RBS – Imprensa marrom – “Calunista” da RBS copia nota do jornalista Cláudio Humberto sobre parada sinistra do vereador crente ASAEL (PSB), publicada no Tijoladas
atualização do dia 11.11.09 às 11:00 h
FALA LEITOR
Mosquito, tomei a liberdade de encaminhar esse texto que recebi por email pra ti, por ver que fazes um jornalismo diferenciado (sem rabo preso).
Saudações
Luciano
27/10/2009
RBS demite repórter selecionado para o Prêmio Esso de Jornalismo 2009
O processo industrial da RBS em demitir seus profissionais por “barcas”, de tempos em tempos, leva a algumas situações surrealistas. A mais recente envolve o jornalista Geraldo de Cesaro, editor de produção, contratado pelo Diário Catarinense em 8 de agosto de 1988 e demitido no dia 1º de setembro de 2009. Ou seja, trabalhou na RBS por mais de 10 anos com dedicação e foi premiado pela empresa com a demissão.
Falando em premiação, o fato da história é que o Diário Catarinense, edição de 24 de outubro, pg 23, traz uma matéria sobre o Prêmio Esso 2009, ainda considerado o principal concurso de jornalismo no Brasil, e anuncia na manchete “Grupo RBS tem cinco finalistas”. A matéria cita que se trata de “um dos mais importantes reconhecimentos de imprensa concedido aos melhores trabalhos publicados anualmente entre os profissionais brasileiros”.
O surreal do enredo é que ao referir-se à “cobertura do DC sobre a catástrofe de novembro passado no Vale do Itajaí”, a matéria informa que o profissional Geraldo de Cesaro e equipe” concorrem com o trabalho “O Flagelo da Chuva”, publicado no referido jornal.
Nesse caso, a empresa reconhece a capacidade e o empenho do jornalista, tanto que é candidato ao “Prêmio Esso”. Deveria informar também que o editor foi demitido e que na rescisão assinada no Sindicato dos Jornalistas constam as ressalvas que o “profissional premiado” encontra-se com problemas de saúde, conforme declarações e atestados médicos, e que já possui tempo apto para se aposentar, conforme comprovante do INSS.
Precisa ser dito mais alguma coisa? Com a palavra, a RBS!
A história acima tem paralelo com a do também jornalista Celso Vicenzi, ex-presidente do SJSC. Ele trabalhava no extinto jornal O Estado (Florianópolis) em 1985 e foi demitido no período entre a apresentação do trabalho e a premiação pelo Prêmio Esso Nacional de Ciência e Tecnologia.
Autor: SJSC
Era só o que faltava. É voz corrente nos corredores de redações locais, essa prática do colunista ¨30 anos de RBS”. Assim, é fácil fazer jornalismo. É só ficar espiando o que os outros escrevem e tascar um copia e cola na telinha do PC.
Fora o fato que, geralmente a coluna é feita a trocentas mãos. Crédito as matérias de outros autores? Nem pensar. Crédito e credibilidade nâo é o forte do “calunista”.
No caso da coluna do Claudio Humberto nem o título foi poupado. O calunista ainda praticou autocensura. Coisa feia, né?
clic para ampliar
O texto copiado está na edição de hoje do papel pintado DC



Só faltou ele adicionar: “como cacau adiantou em primeira mão”
Ele é tão ridículo que chega a ser engraçado!! Meu mundo é o meu umbigo” Falando nisso, vcs viram a última dele??? Afirma que foi ele quem inventou o apelido de Floripa!!!! É, o “brilho” queimou as idéias dele!!!
Veja o lado bom, o Mosquito é referencia sobre as noticias da política em Santa Catarina, quem me garante que os outros não acompanham esse blog para “copiar”!
Parabéns Mosquito, você faz parte da vida profissional de muitos blogueiros de plantão, e por que não dizer de políticos também, por falar em políticos, quero mandar um abraço para o Asael Pereira, o boca suja oficial da política municipal!
PMDB, OPORTUNISTA E MENTIROSO
http://www.aprasc.org.br/forum
Mosquito, tomei a liberdade de encaminhar esse texto que recebi por email pra ti, por ver que fazes um jornalismo diferenciado (sem rabo preso).
Saudações
27/10/2009
RBS demite repórter selecionado para o Prêmio Esso de Jornalismo 2009
O processo industrial da RBS em demitir seus profissionais por “barcas”, de tempos em tempos, leva a algumas situações surrealistas. A mais recente envolve o jornalista Geraldo de Cesaro, editor de produção, contratado pelo Diário Catarinense em 8 de agosto de 1988 e demitido no dia 1º de setembro de 2009. Ou seja, trabalhou na RBS por mais de 10 anos com dedicação e foi premiado pela empresa com a demissão.
Falando em premiação, o fato da história é que o Diário Catarinense, edição de 24 de outubro, pg 23, traz uma matéria sobre o Prêmio Esso 2009, ainda considerado o principal concurso de jornalismo no Brasil, e anuncia na manchete “Grupo RBS tem cinco finalistas”. A matéria cita que se trata de “um dos mais importantes reconhecimentos de imprensa concedido aos melhores trabalhos publicados anualmente entre os profissionais brasileiros”.
O surreal do enredo é que ao referir-se à “cobertura do DC sobre a catástrofe de novembro passado no Vale do Itajaí”, a matéria informa que o profissional Geraldo de Cesaro e equipe” concorrem com o trabalho “O Flagelo da Chuva”, publicado no referido jornal.
Nesse caso, a empresa reconhece a capacidade e o empenho do jornalista, tanto que é candidato ao “Prêmio Esso”. Deveria informar também que o editor foi demitido e que na rescisão assinada no Sindicato dos Jornalistas constam as ressalvas que o “profissional premiado” encontra-se com problemas de saúde, conforme declarações e atestados médicos, e que já possui tempo apto para se aposentar, conforme comprovante do INSS.
Precisa ser dito mais alguma coisa? Com a palavra, a RBS!
A história acima tem paralelo com a do também jornalista Celso Vicenzi, ex-presidente do SJSC. Ele trabalhava no extinto jornal O Estado (Florianópolis) em 1985 e foi demitido no período entre a apresentação do trabalho e a premiação pelo Prêmio Esso Nacional de Ciência e Tecnologia.
Autor: SJSC
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