PAVAN (PSDB) Gravações telefônicas feita pela Polícia Federal, reduzem carreira de vice – governador a pó !
Gravação da PF – Operação Transparência – RBS
Divulgue, faça impressos, bottons, adesivos
atualização às 09:46 h de 15.01.10
Depois dessas gravações, qualquer cidadão catarinense pode dar voz de prisão para o Pavan. Podemos chamar ele de ladrão, bandido, meliante, delinquente…
Não tem condições morais de assumir mais nada. Agora é ir a fundo e ver suas ligações com o tráfico internacional de drogas e especulação imobiliaria.
Pavan está com a cueca selada. Nas gravações vaia detalhes, como o acompanhamento de frota de caminhões dos bandidos travestidos de bandidos.
essa turma é barra pesada. Mandaram matar um fiscal da fazenda. Em Balneário Camboriú , todo mundo conhece os métodos do Pavan. Tem de quebra o sigilo dele, do filho e da Bernadete, a mulher do vi-ce governador bandidaço.
Agora é ir a fundo no relacionamento dele com o trafico de drogas, especulação imobiliaria
O desdobramento político desse rolo, vai ser o abandono do Pavan pela triplice suruba (como diz o ex-senador Jaison Barreto).
O Serra já avisou. Não sobe em palanque com leproso.
Mais gravações da PF
Reprodução DC/RBS
Confira a seguir trechos das gravações
7 de fevereiro de 2009
Em razão de dívidas fiscais com o Estado e suspeita de sonegação de imposto, a Secretaria da Fazenda inscreveu a Arrows Petróleo do Brasil na dívida ativa e cancelou a autorização da empresa para a emissão de notas fiscais eletrônicas.
Foi também aberto processo para o cancelamento da inscrição estadual da Arrows. No dia 7 de fevereiro de 2009, às 20h49min, Marcos Pegoraro conversa com um amigo identificado como Paulo Rebelo sobre o cancelamento da emissão das notas fiscais eletrônicas da empresa e diz que tem “uma última carta”.
Pegoraro — Eu vou precisar de todas as forças aí, e estou juntando tudo o que eu posso, inclusive agora que tem outro titular no poder, que foi substituído, né?
Rebelo — Ahummmm
Pegoraro — A última carta é aquele, mas eu acho que é muito fraco para mim entendeu? Ooo Pavão, pavão ..
Rebelo — Tu acha fraco?
Pegoraro — Não sei. Tu acha que é forte?
Rebelo — Ele é o vice, né, cara. Aliás tu deu um azar danado, porque ele é o primeiro agora, dia seis segunda é ele, né.
Pegoraro — Não, assumiu, a transmissão foi ontem à noite, ontem à meia noite, lá no aeroporto de São Paulo, eu estou sabendo de tudo.
Rebelo — Mas é isso que eu estou falando assumiu dia seis.
Pegoraro — Mas eu posso pegar na segunda (09/02/2009), eu tenho um forte contato com ele, entendeu, ajudei.
Rebelo — Ah, é?
Pegoraro — Ajudei o filho dele no rali, ajudei na campanha dele.
7 de março
Em uma conversa interceptada em 7 de março, às 12h02min, Pegoraro e Eugênio conversam sobre o caso. Eugênio diz que agendou um encontro com Pavan.
Eugênio — Eu tô. Mas tô meio ocupado. Mas quando cê voltar, me chama. Apesar que … o seguinte, combinei com o Pavan. Segunda, nove e meia, eu tô aí. Eu vou subir amanhã à noite e volto na segunda… saio de lá seis horas da manhã.
Pegoraro — Tá. É… Tu vai tá aqui em Florianópolis ou Balneário Camboriú?
Eugênio — O Pavan ficou de definir se nós ia… se ele vai vim pro palácio ou nós vem aqui no palácio. Se ele for ficar em Camboriú ou se vai pra Camboriú, dai.
Uma hora depois, às 13h01min, Pegoraro conversa com Luciano Ribas Pinto, seu braço direito no esquema de comercialização de combustíveis. Ele confirma o encontro com Pavan.
Pegoraro — Eu já tô vendo tudo isso. Tá, Luciano? Eu já vi tudo isso. Essa vai ser… esse vai ser o caminho, tá? Mas eu vou dar uma notícia pra vocês hoje. Eu … recebi um rádio agora do Eugênio, tá? E amanhã tá chegando o Pavan… do cruzeiro dele e ele tá mordido com isso que tá acontecendo, tá? E segunda-feira, às nove e meia, eu tô com o Pavan na Secretaria da Fazenda… ali onde tá o Carlos Henrique (fiscal da Receita). Eu vou junto com ele, cara. E o bicho vai pegar, tá? Por isso que eu quero ter… eu preciso fazer aquilo lá que te falei antes de segunda-feira que, de repente, a gente reverte todo o quadro, tá? O bicho vai pegar. Agora, eu te garanto que a gente vai ter o produto na terça-feira, de uma maneira ou de outra.
Luciano — Beleza. É isso aí.
11 de março
No dia 11 de março, às 14h06min, Eugênio e Pegoraro conversam sobre o encontro que teria sido marcado com o vice-governador.
Eugênio — É, mas é assim, ele pediu para mim ir sozinho, de repente eu levo eles e daí… que nem ele falou: “Não o Wanderlei já me ligou ontem, e Eugênio, essas coisas eu não gosto de tratar com meu funcionário… agora como você tá me ligando, pode… amanhã eu tinha um compromisso, vou abrir esse outro compromisso pra ter receber lá 11 horas no gabinete… mas não atrasa, procure chegar… talvez depois nós almoça junto… mas venha você… entendeu?” Não fui eu que falei, né? Então nós podemos até ir e falar com ele e depois abrir pros outros…
Pegoraro — Combinado então Eugênio… o que tu decidiu aí, tá decidido… pra mim tá bem feito, tá? Eu vou chegar através do Pavan através de ti, entendeu? Me interessa agora resolver a situação… não atrapalhar mais, porque o seguinte ó, a qualquer momento minha inscrição pode sair do ar hoje, amanhã, entendeu? E quanto mais tempo a gente demorar, e mais tempo a gente enrolar o meio de campo… daqui a pouco complica muito, viu?
12 de março
No dia seguinte, 12 de março, às 12h56min, Pegoraro conversa com seu irmão Joel e comemora o resultado da reunião.
Pegoraro — Saí do gabinete do Pavan agora Joel, acho que.. Eu acho que acertei a minha vida! Não sei, né? Vamos ver o que vai acontecer… agora a tarde, né? Ele ligou na minha frente para o Gavazzoni que é o secretário da Fazenda e disse, olha aqui Gavazzoni, o assunto Arrows primeiramente, não faça mais nada e não mexa mais nada e venha na minha sala, tá? É gente da minha família, ninguém vai mexer com eles. Bem assim, na nossa frente. É lógico que vai ter as mordidas, né, mas isso é um outro detalhe. No gabinete dele ele me atendeu. Fui eu e o Eugênio lá. Acho que agora a coisa vai (..)
Joel — Só uma coisa Marco, não abre a boca de nada, desses encontros, nada, fica com isso pra ti, né?
Pegoraro — Não, não podemos falar nada, só pra ti que é meu irmão. Se a gente abrir a boca, nós nos queimamos com o Pavan, agora que ele abriu as portas.
Naquela noite, às 19h45min, Pegoraro conversa com o médico Armando Taranto Júnior, também sobre a reunião.
Pegoraro — Mas a reunião de hoje foi muito produtiva. Muito mesmo. Foi jogo muito aberto, tá? Foi escancarado na frente dele; ele brilhou os olhinhos, cem mil reais pro Pavan. Tudo dinheiro, tá? (…)
Taranto — Ah, pelo menos, por este lado aí, né, Marcos? Em pagar cinquenta ou cem.. tal.. mas se é como tu disse.
Duas horas depois, às 21h12min, Eugênio liga para Pegoraro.
Eugênio — Deixa eu te falar, eu tô com… aquela pessoa aqui. É .. preciso, amanhã.. você e o Genisson (filho de Eugênio) leve a metade daquele negócio pro filho dele. Até as dez e meia. Pode ir?
Pegoraro — Sem problema nenhum.
13 de março
No dia seguinte, 13 de março, às 9h31, Pegoraro conversa com um homem não identificado.
Pegoraro — Tô indo levar.. um negócio lá pro Pavan agora.
Mais tarde, às 13h23, Pegoraro liga para Jaderson Luis Schimidt, seu sócio na Arrows.
Pegoraro — Tava indo lá para fazer o acerto com o Pavan, ligaram para não ir mais.. que andaram dando três tiros, tiros no carro do Carlos Henrique essa noite.
Jaderson — Sério?
Pegoraro — Bem nessa hora que a gente está tentando resolver as coisas, né?
Jaderson — É, não é fácil, não.
18 de março
No dia 18 de março, por volta das 18h, Pegoraro liga para Cláudio Chilanti, prestador de serviços da Arrows. É neste dia que a PF alega que flagrou um encontro de Pavan, Pegoraro e Eugênio no Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis.
Pegoraro — Olha… Cláudio, a situação é assim ó: Eu vou buscar o Pavan às… vinte pras dez no aeroporto. Eu e o Eugênio. Então… nós vamos conversar com ele, né? Ou vai ou não vai.
Cláudio — Hoje isso?
Pegoraro — Hoje. O Eugênio chegou em Florianópolis, me chamou e… agora eu tô aqui em Balneário Camboriú com ele, depois eu vou voltar para lá para pegar o Pavan no aeroporto em Florianópolis e vim para Camboriú de novo. Programa de índio, mas fazer o quê? Faz parte.
Cláudio — Mas o que que você acha? Tá pra… tá para dar certo, então?
Pegoraro — Olha, eu tô com… eu tô com o presente dele comigo, entendeu? Ou vai ou racha. Eu vou arriscar: Tudo ou nada.
20 de março
Já no dia 20 de março, às 20h45min, Pegoraro telefona para Armando Taranto Júnior para falar sobre o contato com Pedro Mendes.
Pegoraro — Armando, a secretária do Pedro te ligou quando?
Taranto — Ô.. me ligou ontem, ontem, é… era começo da manhã, ontem.
(…)
Pegoraro — Agora, Armando, a gente não precisa chamar ele, tá? Porque é um pedido… ele mesmo falou.. “Não, isso ai é um pedido do senador” … ele chama o Pavan de senador, né? Então.. é um pedido mesmo, porque o Pavan chamou porque eu… eu fiquei impaciente… eu liguei pro Eugênio, o Eugênio ligou pro Pavan, né? (…) Só que não tem que acertar nada com ele. Tá tudo acertado com o Pavan, até porque eu já paguei.
30 de março
Às 17h31min do dia 30 de março, Pegoraro liga para Eugênio. Neste dia é publicado o cancelamento do registro da Arrows.
Pegoraro — Tá, fala depois com a Vanderléia, tá? Trataram nós que nem cachorro lá, e agora eu estou aqui junto, agora eu estou na Procuradoria do Estado aqui tá? Vim falar com o Brião, e tirei um documento, cancelaram a nossa inscrição estadual hoje. Você lembra que o Pavan disse para não cancelarem, né? Pode dizer para o Pavan, cancelaram a nossa inscrição estadual hoje, tá aqui eu tô com o documento na minha mão.
Eugênio — Cancelaram a inscrição e trataram o pessoal que nem… nem receberam para falar a verdade, né?
Diálogos de Leonel Pavan com a advogada Vanderléia
Em 31 de março, 10h06min, Vanderléia Aparecida Batista liga para o celular de Pavan.
Pavan — Qual é o problema de ontem? O que que houve lá?
Vanderléia — Ah tá! É que ontem é assim: ele perguntou se deu certo lá e eu falei que não e que inclusive a pessoa tinha sido muito grosseira (…)
Pavan — Ele, ele cancelou a inscrição?
Vanderléia — Foi cancelada a inscrição, mas a inscrição…
Pavan — Pelo…
Vanderléia — Não. Não sei se foi o dout… o senhor Ivo Zanoni não, eu acho que foi aí em Florianópolis que foi cancelada a inscrição. Aí agora corre o risco inclusive de se perder a inscrição junto a ANP né? Aí fica pior.
Pavan — Não! Me põe esses dados e manda e-mail pra mim agora? O que que pode acontecer e o que não pode?
Vanderléia — Sim senhor!
Pavan — Relata pra mim só. É exclusivo pra mim.
8 de abril
Em 8 de abril, às 21h20min, é interceptada uma nova ligação de Pavan para Vanderléia.
Pavan — Alô.
Vanderléia — Oi! É… Senador, tudo bem?
Pavan — Ah tá bom… Seguinte a situação da, da, do negócio lá tá complicada viu?
Vanderléia — É eu, eu…
Pavan — Pior do que tu imagina viu e acho que tem que ter o cuidado por que vai envolver prisão no negócio aí.
Vanderléia — Aham… (..)
Pavan — Levei um “pito” violento…
Vanderléia — Aham…
Pavan — Levei um “pito” violento da Polícia Federal…
Vanderléia — Aham… É, e todas essas informações eram coisas que nós desconhecíamos aqui também.
Pavan — Sim. Eu tô dizendo pra você por que tá tudo…
Vanderléia — Aham…
Pavan — Tudo grampe… tudo… tem ligações minhas no telefone tudo e coisa…
Vanderléia — Aham…
Pavan — Tua também deve ter.
Vanderléia — É com certeza! (…)
Pavan — A sonegação foi… tudo, tudo já… tudo, tudo… Vai fechar mais de trinta empresas. Vai fechar. Mais seis serão fechadas.
Vanderléia — Aham…
Pavan — Tudo o… monitorada… todos chefões… é tudo no álcool agora…
Vanderléia — Aham…
Pavan — E… Eles só não foram pegos ainda por que a gente segurou o negócio.
Vanderléia — Aham… aham…
Pavan — Tá. Pedi… Hoje passei o… o maior “pito” da história minha. Ministério Público, Polícia Federal. Fui questionado.
Vanderléia — Aham…
Pavan — Chama os caras e…
Vanderléia — Sim senhor! (..)
Pavan — Então… Só tô falando pra ti porque o pagamento sai tá?
Vanderléia — Não. Sim senhor! …vou… ligar…
Pavan — Hoje eles levaram todas as documentações, toda pra Itajaí, levaram tudo…



Tirando a parte que cabe de menino que fez travesuras do Jarró de Pardieiro, está érrrebéééssse, tá mostrando quem manda neste estado, incrivel como eles mudam o disco e a vitrola rapidinho, nao se dão o traqalho nem de virar o disco de lado, alguma coisa deve estar errrrada nos bastidores do mundo siroskiano, será que o litrão ficou devendo al$$$lgum para o grupo de porrrto?
E agora, os herdeiros viraram Angela desde pequinininho?
Olha se o vento virar meio de vesgueio lá pros lados mais assim, cocoroeste, e a politica tomar outros rumos, que nao sejam tão BURROS, rifem esta corja de sem vergonhas da face de nossa terra e nao deem mais “ajuda” publicitária, cortem direto na raiz, assim eles baixam a bola rapidinho.
Moska,
Ele é inocente(!!!!!)
Caro vice-governador , continue a ler o livro “O inocente”, porque na vida real a vida não anda nada fácil.
Abs,
Cidadão Catarinense Enfurecido.
Eta bandidagem política. Um senador que é vice-governador pego com a mão na massa, uma senadora enrolada nas peias familiares , um senador sem voto esperando a aposentadoria chegar e , o último, fazendo cursinho de gestão pública nos EUA – toda essa farra com o dinheiro dos contribuintes.
Vamos botar fogo naquela casa com os canalhas lá dentro..
Acabamos de vez com o problema da representação catarinense no Senado Federal.
Esqueci, temm um governador sonhando com a teta federal.
Exterminadro de Políticos Corruptos´em ação…não reeleja..
Oi Mosquito, sou teu leitor assíduo aqui de Tubarão; tem que prender esse Pavan, está mais do que provado por estas gravações no teu blog, da polícia federal. Mas estou decepcionado é com aquele barbudo apresentador de tv, um tal de Salum, puxando o saco e defendendo esse Pavan, todo dia na tv SBT, dá nojo. E agora li que o governador depois de se eleger senador, vai se aposentar.Tem que ir mesmo e deixar de encher o saco e citar Rui Barbosa e outros escritores que devem se revirar no túmulo com tanta hipocrisia. Pois é, e essa corja de vagabundos ainda se elege. Onde estão os estudantes que não vão pra rua protestar como os estudante de Brasília no caso Arruda? Estão nas praias e baladas, alienados. Se esse palhaço do Pavan assumir como vice-governador, vou me embora deste país, não dá mais pra aguentar esses políticos sem-vergonhas.Parabéns pelo blog, está muito bom de ler!
EXTRA! EXTRA!
Moacir Pereira deu a sua 1ª TIJOLADAS no Pavam
(DEPOIS QUE A ARVORE CAI, FICA MUITO FÁCIL TIRAR LENHA)
Não é não seu Moacir, seu lobista, pau mandado.
A Proximidade
A transcrição pelo DC das conversas do vice-governador com a advogada Vanderléia Batista revela de forma contundente a proximidade de Leonel Pavan com os empresários da Arrows e seu empenho pessoal e político em defender os interesses da empresa punida pela Secretaria da Fazenda.
É este relacionamento, que resulta até em informações privilegiadas do vice em forma de alerta aos empresários sobre investigações, que deverá pesar na decisão do Tribunal de Justiça, especialmente, no enquadramento de corrupção passiva.
Quanto à advocacia administrativa e quebra de sigilo, praticadas pelo vice, os áudios não deixam mais dúvidas.
(DEPOIS QUE A ARVORE CAI, FICA MUITO FÁCIL TIRAR LENHA)
Ô sô musquitú, si u brog tijolada continuá dirvugandu as cunversa da puliça, não vai sobra nada pra RBS vende jonal. I tambêi aqueli jornalista di cabelu brancu não vai tê u qui comentá dimanha na ráidiu CBN.
ALIÁNÇA DECLARADA > Cacau e o Vereador Perigoso
“O vereador Norberto Stroisch Filho está agendando um encontro com moradores da Amaro Antônio Vieira, principal rua do Itacorubi.”
Se não bastasse apoiar todos os políticos ladrões do estado que estão nas mídias nacionais, agora vem apoiar mas essa mala que se diz representante de Floripa.
Olha o Pavam aíiiiiii Cacau, bota na tela amarelo.
O que mais me incomoda são as “doses homeopáticas” sobre a investigação que a grande mídia está dando aos seus leitores / telespectadores. O que tenho percebido desde o início da denúncia até aqui é que estão falando muito nas imagens. Estão, subliminarmente, usando como referência outro caso de corrupção, o do DEMo de BSB. Lá não há dúvidas, pois há dinheiro na meia, na cueca e até o governador aparece pegando o dinheiro com as próprias mãos. Parece-me que o tom do “jornalismo” deles é o seguinte: As imagens do Pavan no aeroporto Hercílio Luz nada de comprometedor mostram. E descartam quaisquer outras provas. Precisaria haver uma cena gravada, contundente.
Estão liberando as informações aos poucos e com isso dando tempo dos advogados montarem as estratégias de defesa, com a ajuda clara dos meios de comunicação. Vide o advogado do Pavan. Como pode a defesa dele ser pautada pela mídia? Ele entregaria a defesa em um determinado dia, mas então “aparecem” novos indícios na mídia, e ele posterga a entrega da defesa com argumentos que rebatem as novas notícias veiculadas. O advogado não teve acesso completo aos autos? Isto, para mim, é prova da sintonia entre os meios de comunicação e o governo. Não diretamente com o Pavan, mas com o governo do qual ele faz parte. Como é um tríplice ajuntamento, não necessariamente todos saírão em defesa do Pavan. O que vemos é somente o próprio partido (PSDB) defendê-lo. O restante dos governistas e da base do governo na ALESC está muda. Certamente sabemos da pontinha do iceberg graças a interesses de outros membros do ajuntamento, que não do partido do Pavan. Isso é reflexo da proximidade das eleições, e demonstra que o povo ainda tem algum poder, pois é possuidor do próprio voto. É por esse caminho que a população deveria pressionar os deputados e o governador, que vai entregar o governo do estado a uma pessoa indiciada pela PF e pelo MP. E a justificativa de que até que seja julgado é inocente não se aplica ao processo de impeachment, pois é um processo político (vide Collor). As provas que foram apresentadas já dão a certeza de ao menos dois crimes, de três. Pouco importa se ele será condenado por corrupção passiva. O importante é que as gravações são claras e que mostram o Pavan colaborando com criminosos em prejuízo do estado e da justiça. Qual a condição moral e política teria alguém que prejudica o próprio estado em favor de ciminosos tornar-se governador? Isto já é o suficiente para abrirem o processo de impeachment e também julgá-lo favorável à cassação.
A VIDA SEGUE, e Paulo Alceu fica…
só no rolando-lero e não diz nada.
Ahhhh disse sim
“PAVAN decidiu botar a caneta na mão. Se é a melhor estratégia o tempo dirá e principalmente a Justiça”
Jornalistas de MERDA.
A senadora do PT e da farra dos cartões corporativos já não sabia da estorinha do Pavan?
Se sabia por que não denunciou?
Cumplicidade tem hora. Compadres no crime.
Caro Mosquito, indago onde está a OAB/SC? No DF ingressaram com pedidos de impeachment em face do rato candango. Aqui o braço político partidário eleitoreiro do “Plano-15-descentralização-por-toda-SC” está calado de modo abjeto! Será que isso se deve ao fato de o Zanotto ser compadre do LHS e apaniguado do PMDB? O sucessor Paulo Borba é da mesma turma… Onde está a Ordem que deve defender a transparência e a ética?
Pois então, Yuri, se lá em BSB, que o Governador foi FILMADO pegando grana, a coisa pode terminar em pizza, o que podemos esperar para SC? A defesa do vice vai usar as fotos que nada provam e o fato de as conversas sobre o dinheiro não terem sido feitas diretamente com o Pavan, mas entre os demais envolvidos. E a Dona Justa vai acatar a defesa. E viva a próxima eleição do Pavan. Brasil-sil-sil!
Ô Bruno, acórda rapáz! essa tchurma qui vai tomá posse na OAB daqui tudu farinha du mesmu saco du guvernu. Pois foi elis qui salvaram o pescoçu du LHS no TRE daquí. Pódi perguntá pá quauqué adivogadu que acumpanhó aqueli jugamentu. Cumé quelis vãu tê coráji di pidí u impiximant du vice.
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O vice-gov. Pavan (PSDB) foi indiciado pela Polícia Federal na Operação Transparência, recebendo R$ 100 mil para vender facilidades para empresa Arrows Petróleo. Para você leitor e/ou futuro assinante
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