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O maior roubo de dinheiro público da história do Rio Grande Sul – 800 milhões de reais – Maior que mensalão e roubos de Maluf – Isso tudo feito pelo PMDB de Germano Rigotto, consultor do Luiz Henrique.

Submitted by Amilton Alexandre on sábado, 28 novembro 20093 Comentários

Coisas que você não lê nos jornais da RBS

O Rio Grande Corrupto - PMDB  - O partido que gosta de roubar

, RESISTÊNCIA E AGONIA

O jornal que ousou contar a verdade

Justiça gaucha tenta asfixiar dono do Jornal Já que denunciou a fraude monumental  em 2001. esse pequeno jornal de Porto Alegre, já ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo, com o jornalista Renan Antunes de Oliveira, aquele que berrava na frente do papel pintado Diário Catarinense há alguns anos, para receber seus direitos trabalhistas.

A mãe do corrupto e ex-governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto (PMDB) exige do jornalista. Elmar Bones da Costa (ex-editor do Coojornal – jornal de resistência a Ditadura) exige R$ 54.000,00 por danos morais. O caso envolve a licitação  de substações da CEE , pelo irmão do ex-govenador Lindomar Rigotto.

A Bomba gaucha


Por Luiz Cláudio Cunha em 24/11/2009

A maior fraude com dinheiro público da história do Rio Grande do Sul carrega nos ombros o sobrenome ilustre de Germano Rigotto. O irmão do ex-governador gaúcho, Lindomar, brilha como o principal implicado entre as 22 pessoas e 11 empresas denunciadas pelo Ministério Público e arroladas na CPI da Assembléia gaúcha que investigou há 14 anos uma milionária falcatrua na construção de 11 subestações da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE). Foi uma tungada, em valores corrigidos, de aproximadamente 800 milhões de reais – quase 15 vezes o valor do mensalão do governo Lula, três vezes o valor dos desvios atribuídos ao clã Maluf em São Paulo, cerca de 20 vezes o valor apurado no escândalo do Detran que expôs a governadora gaúcha Yeda Crusius a um pedido de impeachment. beba mais,  na fonte…

Leia mais…

Edição online do Jornal Já !

Edição Extra do Jornal JÁ traz dossiê sobre corrupção

A trajédia de Felipe Klein (filho do ex- ministro de FHC, Odacir Klein) – Prêmio Esso de Jornalismo do Jornal Já!



3 Comentários »

  • PAULODUTRA said:

    MEU DEUS………..
    SEM COMENTARIOS

  • Carlos A said:

    Não é só no vizinho, Mosquito ! Por aqui também tem eletrodólares:
    Aquela subestação que estão construindo ao lado da casa do governador também tem “algo estranho”:
    Trata-se de uma subestação blindada isolada a gas SF6 que custa, segundo a própria Celesc, de 3 a 4 vezes o preço de uma equivalente àquela da cabeceira insular da Ponte Hercílio Luz.
    O DC do dia 15/11/2009 informa que ”Prevista para dezembro, a obra da subestação da Agronômica atrasou devido ao excesso de chuva, segundo o diretor técnico da Celesc Eduardo Sitônio. A nova previsão é concluir o trabalho, incluindo duas linhas de transmissão, até junho de 2010. As obras da subestação e das ligações com a unidade do Centro e da Trindade exigirão investimentos de R$ 75 milhões”.
    Em matéria publicada na Gazeta Mercantil de 13/8/2008, o então presidente em exercício da Celesc, o mesmo Eduardo Carvalho Sintônio anunciava que essa obra estaria concluída em novembro de 2009 e afirmava que “os passeios, ciclovias e pistas serão recompostos e reurbanizados e que, para acabar com a polêmica sobre a localização da subestação, o governador do Estado, Luiz Henrique da Silveira, cedeu no final do ano passado uma área de três mil metros quadrados, anexa à sua casa oficial”
    Ocorre que a área que o benemérito governador “cedeu” foi objeto da Lei estadual nº 14.282/2008 que autorizou o Poder Executivo a “alienar para a Celesc, por venda o imóvel contendo a área de seis mil, novecentos e quarenta e nove metros e sessenta e três decímetros quadrados avaliada em R$ 4.560.000,00″. Ou seja, a área que antes era de 3 mil metros quadrados, dobrou de tamanho e não foi cedida, mas sim vendida.
    Em reunião extraordinária realizada no dia 10/08/2009, o Conselho de Administração da Celesc NÃO AUTORIZOU ”a assinatura do convênio com Prefeitura Municipal de Florianópolis para construção do alargamento do passeio público na Avenida Beira Mar Norte, de valor superior a R$ 6 milhões, como compensação pelas obras de construção da Linha de Transmissão 138 kV – Ilha Centro-Agronômica e Agronômica-Trindade, em razão do ônus atribuído à Celesc”
    Apesar da negativa do Conselho de Administração, em 14/09/2009, a Diretoria da Celesc, pela deliberação nº 149/2009, decide “Aprovar a celebração de Convênio com a Prefeitura Municipal de Florianópolis, no valor de R$ 6.500.000,00, preço base junho 2009, mediante a qual a Prefeitura se responsabiliza pela implantação e administração das obras de Revitalização da Orla da Avenida Beira Mar Norte, em Florianópolis, numa extensão de 3.380 metros, no trecho entre a Ponta do Coral e o Largo do Trapiche Municipal, compreendendo execução do enrocamento, muros de contenção, aterros, alargamento e substituição do pavimento do passeio e recuperação do pavimento asfáltico da ciclovia”
    O Convênio não prevê a ”revitalização” do trecho atingido pela linha entre a Ponta do Coral e a subestação Trindade.
    Em material publicitário distribuído pela Celesc, a mesma informa que “o traçado das linhas segue pelas avenidas Beira-Mar Norte e da Saudade em direção aos bairros do Itacorubi, Parque São Jorge e Córrego Grande, até a Subestação Trindade. O trajeto passa pela Rodovia Admar Gonzaga, pelas avenidas Itamarati e San Marino e pelas ruas Vera Linhares de Andrade e Maestro Aldo Krueger. O investimento da Celesc é de R$ 72.000.000,00 e ainda serão construídos 1.200 metros de ciclovia na Rodovia Admar Gonzaga. A conclusão das obras está prevista para janeiro de 2010.”
    Em decorrência de matéria publicada no DC de 22/06/2006, na qual o vereador Márcio de Souza pretendia, com aval do então presidente Marcílio Ávila, apresentar requerimento para implantar uma CPI para investigar o “valor da obra, cujo custo subiu de R$ 20 milhões para R$ 40 milhões em razão de sua blindagem”, o Vereador João Amin encaminhou ofício para saber se ele ainda tem interesse em investigar o valor da obra que tinha passado de R$ 20 milhões para R$ 40 milhões e agora já é quase 4 vezes superior ao custo original.
    A origem de tudo isso foi em 2003, quando o então vice-governador voltou da Europa e, com seus amplos conhecimento de eletricidade, afirmou que a solução para evitar novo apagão em Florianópolis era instalar uma subestação blindada. Depois, no governo LHS II, ele foi presidente da Celesc e comprou a tal subestação blindada fabricada na Alemanha pela Siemens…
    Agora a subestação já está quase pronta, mas as linhas nem foram iniciadas !
    Isso sim é que é mais uma obra da descentralização ! Ninguém se entende !

    PS – Data da reportagem corrigida cfe. anotou outro leitor (estava 15.01.09/

  • Carlos A said:

    A reportagem do DC é 15/11/2009 e não 15/1/2009

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