LULA – O canalhocrata
A SOBERBA É A VÉSPERA DA RUÍNA
Lula não lê nada. Mas a vida poderia ter lhe ensinado: a soberba é a véspera da ruína. É bíblico.
Ele crê que está acima do bem e do mal, acha que pode tudo, mas nada conhece profundamente.
Queria falar sobre o escandaloso acordo armamentista entre o Brasil e a França, avaliado por especialistas como uma das maiores “tapeações” da história do Brasil. Mas reflito sobre o abraço dado pela ministra Dilma na bispa Sônia Hernandez, condenada nos EUA, e a “bênção” do presidente à contraventora e ao seu consorte.
Pássaros com penas iguais voam juntos.
O PT, unido ao neos-pentecostais, é das piores tragédias político- religiosas que poderão acontecer com o Brasil, como foi a hegemonia do PFL.
“Só faça ficção”, pede um amigo.
Mas quando leio uma declaração do Lula – pré-republicana, pré-Revolução Francesa (“Sarney tem história no Brasil, suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum.”) –, é impossível ficar alienado.
É a ótica patrimonialista da Casa Grande, do privilégio, como foi a absolvição do Palocci no STF.
Quem esteve no CPC da UNE e participou de suas heróicas e dignas lutas, não pode ficar indiferente ao seu vil aparelhamento, ao seu conformismo atual, como fosse uma entidade pelega.
Quem está com Sarney, Renan, Jáder e com tudo aquilo o que eles representam, não quer mudar nada. Sem esquecer de Collor, do seu olhar açulado, injetado de cólera, quase hidrófobo (na definição de um jornalista).
Não esperaram a velhice chegar para vender os seus ideais.
Será que Lula – mesmo lembrando tanto que “veio de baixo” –, percebe como introjetou a ideologia oligárquica?
Não importa a nossa origem, mas como os valores são internalizados.
E a academia? Como é melancólico ver o seu silêncio! Ela acredita que quem critica o PT e o Lula avaliza o PSDB ou a “direita”? É tão maniqueísta assim?
É medo, desconhecimento, despreparo, hipocrisia, má-fé?
A estratégia de perpetuação do poder foi percebida por Machado de Assis há mais de 120 anos. Como disse alguém, comanda-se, como antes, com chicote pelas costas, dando um agrado de dia e uma senzala à noite.
FHC, “modernizador” para um, Arnaldo Jabor, era assim. Não nos esqueçamos. O que era um, ACM?
Não se chuta a porta da Casa Grande.
“Aciona-se um comparsa, digo, um compadre instalado no Judiciário” (novamente: caso Palocci/caseiro Francenildo), e os interesses privados têm nova vitória sobre os interesses públicos. E a vida continua…
Texto de Emanuel Medeiros Vieira (*)
(*) enviado por mail





















































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