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Jornal O ESTADO – Assassinato da memória catarinense – José Matusalem Comelli – assassino confesso

Submitted by Amilton Alexandre on quarta-feira, 24 junho 20097 Comentários

 

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COMELLI –  Estelionatário da memória catarinense

Que nossas autoridades  não tem cuidado com a memória, a história e o  patrimônio  artístico e arquitetônico de nosso estado isso não  é novidade.

Agora ver o acervo  fotográfico de que foi um dos mais importantes jornais de Santa Catarina jogado no lixo, isso é inaceitável.

E vamos aqui citar o nome do responsável por essa tragédia inominável. Depois de falir o jornal mais antigo de Santa Catarina, por sua incompetência gerencial,  José Matusalém Comelli  comete o maior crime entre os vários que  já foi condenado pela Justiça. A destruição do arquivo fotográfico do jornal O Estado ficará como marca permanente em sua biografia ou prontuário policial. Comelli que já pegou cadeia por fraude previdenciária, retenção indevida de FGTS  de empregados, poderia passar sem essa estupidez cometida contra o povo catarinense.

mais sobre esse crime …

É só uma fotografia jogada no chão. Mas como dói…

AQUI JAZ, O ESTADO! Confira a situação do acervo …

Um jornal que sangra

O trágico/deprimente fim do jornal O Estado

7 Comentários »

  • guto said:

    Vc ou alguem vai ajuda-lo a pagar as contas? Dar esmola com chapéu alheio é fácil.Como se aquilo fosse público. Entao, ele faz o que quiser com o que é dele.Ou será que alguém, algum dia, vai obrigar vc(em dificuldades financeiras) a ‘doar’o arquivo do seu blog p/ outro alguém, e de graça? Responda sem demagogia.

  • Amilton Alexandre (author) said:

    É o verdadeiro comentarista idiota. É claro que o arquivo fotografico de O Estado é privado. Agora o Comelli não tem o direito de joga-lo no lixo. Muito dinheiro ganhou do Estado catarinense. Em respeito ao lugar em que nasceu e sua família podia ter doado ou até vendido esse valioso acervo.
    Você deve ser mais um desses imbecis que não se preocupam com nossa história e cultura.

  • guto said:

    Para vender,alguem tem que querer comprar, ou vc acha que ele deveria ter entregue aos gauchos? Nao precisa ficar nervosinho e me chamar de imbecil.Vc é apenas mais um burro com iniciativa….tao burro que chama seus leitores de idiota, imbecil, etc..Escreva, discorde e debata, mas nunca xingue quem nao te xingou. Sucesso pra vc, e que seu coraçao aguente tanto ódio e rancor.

  • Eduardo Monkey said:

    Guto! Não te conheço (e nem faço questão de te conhecer), mas deves ser aquele típico varzeano subdesenvolvido que procura justificar as babaquices que se fazem aqui em Florianópolis. “ele deveria ter entregue aos gauchos?”, Ora bolas, qual o problema? Antes vender para gaúchos, paulistas, cariocas etc, do que deixar apodrecendo esse valioso material histórico! Como diria Miguel Livramento: “Farinha de mandioca cria gente tola”! Por fim, sai da varzea e vai conhecer o mundo, em vez de ficar reclamando que a cidade tá assim ou assado por causa de gaúchos!!!!

  • Amilton Alexandre (author) said:

    Guto você é imbecil mesmo. Te liga meu caro. Não fica defendendo o Comelli. És cacho dele? Qual é a tua. Ele foi irresponsável com o acervo do Jornal Estado e fim de papo. Para de encher o meu saco com esse teu papo furado. passe bem

  • Edio Orleans said:

    Olha, Guto! Olhando com carinho, chego a pensar que estás com razão..
    Trabalhei com o cara e, acho ele,pessoalmente,gente boa..
    Se hoje estou dando meu parecer, foi porque ele me deu uma chance de aprender no Jornal O Estado..

  • flavio azuos said:

    uma discussão como essa não pode se reduzir aos desejos ou pareceres individuais deste ou daquele catarinense, gaúcho, varzeano ou que seja. esse momento talvez sirva para se pensar uma política sobre a memória catrinense, pois no interior do Estado é pior: ouvi, depois do ocorrido, que uma familia alemã havia destruido alguns livros do sec. XIX escritos no formato rúnico; recentemente a profa Maria das Dores Daros encaminhou ao ministério público um abaixo-assinado por alunos, professores e funcionários da UFSC para que a biblioteca setorial e central explicassem o porquê de uma série de livros terem sidos removidos do sistema da ufsc sem que ninguém explicasse o sumiço das obras; outro exemplo: na SED Secretaria de Educação do estado havia uma biblioteca bacana sobre educação que, de um dia para o outro, foi parar em uma escola pública sem condições de acondicionamento dos mesmos. sou goiano, moro aqui há mais de 10 anos, pesquiso sobre a imprensa e a igreja em sc e estou pasmo c/ o que tem acontecido com os acervos de memória. disseram-me que, atualmente, melhorou muito. há um tempo atrás, alguns historiadores (alguns renomados, descendentes de italianos, alemães) tinham o hábito de levar para a casa o material de estudo…chegavam ao ponto de recortarem jornais intactos: retiravam colunas, faziam as diabruras que queriam e deixavam o resto para os outros pesquisadores; recentemente na curia metropolitana, alguns doctos passaram a não constar em seus lugares de origem por causa de uma pesquisa de doutorado da aluna Elza Dafenbach da ufsc(vista como nociva ao nome e à memoria da igreja católica)…espero que tenhamos a cabeça no lugar, além dos documentos, fotos e outros materiais que compõem a memoria catarinense e do sul do país. abraços!!!!!!

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