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Falo e escrevo isso em qualquer lugar de Santa Catarina – Para quem quiser ler e ouvir! Knaesel é ladrão – Fundos SEITEC é roubo pelo Diário Oficial

Submitted by Amilton Alexandre on sábado, 14 novembro 20099 Comentários

vamos-enjaular-o-Knaesel

Gilmar Knaesel – Secretário de Organização e Lazer – Deputado estadual PSDB – Ex- Presidente da Assembléia Legislativa de Santa Catarina

CPI para o ladrão

Vamos dar um basta a corrupção em Santa Catarina. O primeiro passo é abrir uma CPI na Assembléia Legislativa de Santa Catarina. O segundo botar o knaesel e seus amigos da SOL/SEITEC na cadeia. Leia os artigos divulgados no Tijoladas, mande para amigos e familiares. Copie o selo da campanha CPI já, faça adesivos, camisetas, cartazes etc…

Eles tem a mídia do lado deles, nós temos a web, vergonha na cara e cidadania.

Cobre do deputado que você votou, apoio para botar essa turma na cadeia. Escreva para o Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina e Ministério Público pedindo pressa nas investigações em curso.

Mande e-mail, twitter, carta, telegrama, sinal de fumaça. Vamos fechar a torneira do Knaeselduto.

Knaeselduto

Leia mais…

Caso “Arena Jurerê” – Uma das saídas do KNAESELDUTO – Como arrancaram R$ 1.160.000,00 do caixa de SC – Cronologia de um crime.

Caso “Arena Jurerê” – Fraudes na liberação e prestação de contas dos fundos SEITEC, da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo. É o mensalão catarinense. É roubo descarado de dinheiro público.

Não há recursos para aumento salarial dos servidores – MENTIROSO – para não dizer outra coisa. Secretário da Fazenda de SC é cúmplice no roubo de dinheiro público. Ele devia controlar a sangria das contas do tesouro por seus colegas bandidos da SOL (SEITEC)

“ARENA JURERÊ” e “Sociedade Cultural Progresso” – Siris do balaio da corrupção foram criados em Laguna – Quadrilha age em Florianópolis através do ICADES, Soc. Cultural Progresso e Produtora Três – Saqueiam os cofres públicos através de projetos do SEITEC da Sec. de Cultura, Esporte e Turismo.


CPI Fundos SEITEC

9 Comentários »

  • PM - FALADOR said:

    Vejam, dois policiais morreram em serviço, e eles teriam direito a 100 mil reais de indenização (para suas famílias), e já faz dois meses, que o primeiro morreu e o Estado não pagou as famílias, quero dizer que, para orgias o Luiz Henrique empresta dinheiro, agora para valorizar o funcionário público ele não têm, e ainda diz que não pode valorizar o servidor por conta da responsabilidade fiscal, e desde quando o PMDB, partido corrupto têm responsabilidade.

    E esse Knaesel, vou divulgar isso na APRASC, bando de corruptos.

    Aos funcinários da saúde, cuidado, o Renato Igor esta doido para ver a PM dar porrada em vocês, sem vergonha esse cara.

  • Amilton Alexandre (author) said:

    O Renato Igor da RBS é conhecido como Renato Dubai Igor. Ganhou o apelido depois que foi aos Emirados Árabes por conta do nosso dinheirinho. Foi fazer babação de ovos ao LHS e sua quadrilha. Trazer gringos para explorar nossas águas termais.

  • Stefano said:

    Olá Mosquito! Sou aluno do João dos Passos, da aula de liberdade de expressão. Adoramos sua palestra, e o blog é ótimo.

    Como faço para você pegar as 2 fotos que batemos da turma? Creio que você tenha acesso a meu e-mail, então pode me responder por lá.

    Abraço!

  • Francisco said:

    Renato Igor, Vanio Bossle, Moacir Pereira, rapaziada da pesada.
    Um turismozinho a “trabalho” pago por nós é sempre bem vindo he he.
    Ei Musca a proposito, é verdade que nosso amigo do Noticias da Manhã
    é funcionário da Secretaria da Educação a anos, não acredito, será
    também que é do time?

  • NeoVida said:

    Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão… Knaesel é ladrão…

    Knaesel é ladrãooooooooooooooooooooooooo…

  • Luiz said:

    18 de novembro de 2009
    ESCÂNDALO DAS USINAS
    Justiça retoma o processo
    Juiz encerrou espera por informações vindas da Alemanha e passará a ouvir novas testemunhas

    Depois de oito meses congelado à espera de colaboração da Justiça alemã, o processo contra nove réus do escândalo das usinas começa a andar na Justiça Federal em Porto Alegre. Os envolvidos são acusados de participar da falsificação de avais da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), estatal federal, em contratos de financiamento na Alemanha.

    fonte/;
    zerohora.clicrbs.com.br

    http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2721039.xml&template=3898.dwt&edition=13544&section=1007

  • Aline said:

    Olha só isso…

    http://www.tce.sc.gov.br/web/publicacoes/relatorios

    O trecho abaixo está no parecer de apreciação das contas do estado de 2008. (a partir da Fls. 3370)

    Deficiências no controle e movimentação dos recursos do SEITEC
    Em alguns dos capítulos e itens do Relatório Técnico e Projeto de Parecer Prévio sobre as Contas prestadas pelo Governador do Estado referentes ao exercício de 2008, destacam-se análises relacionadas ao Sistema Estadual de Incentivo a Turismo, Esporte e Cultura – SEITEC, gerenciado pela Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte.

    Inicialmente, ressalta-se que o SEITEC, de 2005 a 2008 movimentou R$ 486,1 milhões e permitiu que o Poder Executivo deixasse de efetuar o devido repasse aos municípios, poderes, MP, TCE e UDESC, totalizando R$ 184,5 milhões, permanecendo estes valores à sua disposição para as ações públicas previstas no âmbito do sistema.
    Também se destaca que por conta deste mecanismo, o Estado diminui a base de cálculo de aplicação mínima de recursos em educação e saúde e, consequentemente, no período supracitado, deixou de aplicar, respectivamente, R$ 91,2 e R$ 43,8 milhões nestes setores, imprescindíveis ao desenvolvimento social do Estado, notadamente à qualidade mínima de vida do povo catarinense.

    Não obstante, com o objetivo de avaliar o planejamento orçamentário do Estado, e devido à ausência de um sistema oficial de acompanhamento de metas físicas, este Tribunal enviou questionários a diversos órgãos do Estado, solicitando as metas físicas realizadas em ações públicas previstas no orçamento. Ocorre que a Secretaria de Estado do Turismo, Cultura e Esporte enviou as informações – ressalta-se, somente após cobrança pessoal deste Relator – fora do prazo estabelecido, inviabilizando a análise de suas ações.

    Destaca-se que, nas Contas de 2007, o órgão ora mencionado não enviou as informações, ignorando ofício do então Conselheiro-Relator e, já naquele processo, prejudicando o competente Parecer Prévio desta Corte de Contas. Tal fato, inclusive, foi colocado aos membros do Grupo Gestor do Governo do Estado, na entrega das Contas do Exercício de 2007 – à época, Secretários de Estado da Administração, Planejamento e o Procurador Geral do Estado.

    Ainda, em auditoria operacional realizada pela Diretoria de Atividades Especiais (DAE), especificamente no FUNULCTURAL, este Tribunal apontou situações que permitem evidenciar sérias deficiências de controle, notadamente na tramitação dos processos e a consequente movimentação de recursos desta área. Entre outros problemas, com relação à estrutura existente e à sistemática de tramitação, análise e fiscalização dos projetos culturais presentes na Secretaria de Estado Turismo, Cultura e Esporte e nas SDRs, em ambas, de forma geral, constataram-se deficiências na constituição, instrução e análise dos projetos; ausência de adoção de critérios objetivos e transparentes na aprovação de projetos; ausência de fiscalização, de apresentação de contrapartida e seu detalhamento no Plano de Trabalho e comprovação da sua execução.

    Destacam-se também a ausência de participação do Conselho Estadual de Cultura (CEC) e da Fundação Catarinense de Cultura na maioria dos projetos desta área, sendo que, no primeiro caso (CEC), quando existente, as manifestações caracterizam-se pela significativa carência de fundamentação que possa garantir a devida transparência na decisão tomada. Também, a tramitação diferenciada e prioritária de projetos integrantes das cotas de interesse da Chefia do Executivo e da Secretaria.

    Segundo informações constantes da auditoria mencionada, no tocante a tramitação, não há normatização do fluxo dos processos, existindo andamento diferenciado para os processos de interesse do Chefe do Executivo, da Secretaria, do CEC, da FCC e demais, e a inexistência de padronização da tramitação acaba por transparecer o total descontrole e deficiência que vai desde a formação até a prestação de contas. A percepção das entidades e interessados sobre a política cultural do Estado é de total descumprimento da política pública proposta.

    Portanto, pelo exposto em diversas análises constantes do presente processo de Contas prestadas pelo Governador, faz-se urgente que o Poder Executivo estadual reveja os mecanismos de controle e movimentação dos recursos dos SEITEC, para que este significativo e crescente volume de recursos – subtraídos da devida aplicação em educação e saúde e direcionados para um mecanismo de gastos com alto poder discricionário de decisão política – seja aplicado com os princípios que regem a administração pública e, sobretudo a devida transparência e interesse público exigidos pela sociedade catarinense.

  • Aline said:

    CONCLUSÃO DA APRECIAÇÃO DAS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2008 (TCE/SC)

    1. RESSALVAS

    1.1. INATIVOS DA EDUCAÇÃO CONSIDERADOS NO GASTO MÍNIMO: Inclusão dos gastos com inativos da Educação para efeito de cálculo do percentual mínimo de 25% das receitas resultantes de impostos a ser aplicado na manutenção e desenvolvimento do ensino, nos termos do art. 212 da Constituição Federal;

    1.2. INATIVOS DA SAÚDE CONSIDERADOS NO GASTO MÍNIMO: Inclusão dos gastos com inativos da Saúde para efeito de cálculo do percentual mínimo de 12% das receitas produto de impostos, a ser aplicado em ações e serviços públicos de saúde, nos termos do art. 77 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias;

    1.3. FATO ECONÔMICO NÃO REGISTRADO: Ausência de registro contábil de dívida para com a Defensoria Dativa, no valor de R$ 58 milhões, contrariando o disposto nos arts. 83 e 85 da Lei (federal) n. 4.320/64 e princípios fundamentais da contabilidade aplicados à Administração Pública, previstos na Resolução n. 750/93 do Conselho Federal de Contabilidade, alterando, portanto, o verdadeiro resultado orçamentário e financeiro;

    1.4. FATO ECONÔMICO REGISTRADO DE FORMA IMPRÓPRIA: O Estado, de forma imprópria, vem contabilizando os precatórios a pagar no Passivo Permanente, distorcendo resultado financeiro, contrariando o disposto no art. 100, §1°, da Constituição Federal c/c art. 92 da Lei (federal) 4.320/64;

    1.5. APLICAÇÃO A MENOR NO ENSINO SUPERIOR: Reincidência quanto a não aplicação do mínimo exigido em assistência financeira a alunos do ensino superior, contrariando o disposto no art. 170 da Constituição do Estado, regulado pela Lei Complementar (estadual) n. 281/05 e alterações posteriores;

    1.6. QUANTO AO SEITEC:

    1.6.1. VINCULAÇÃO DE RECEITAS DE IMPOSTOS A FUNDOS: Vinculação, através do SEITEC, de receitas de impostos a fundos que, embora autorizada por lei, não está em consonância com o disposto no art. 167, IV, da Constituição Federal;

    1.6.2. CONTABILIZAÇÃO INCORRETA DE RECEITA TRIBUTÁRIA COMO CONTRIBUIÇÃO: Receitas arrecadadas pelos fundos que compõem o SEITEC, de natureza tributária (ICMS), contabilizadas de forma incorreta por parte da Secretaria de Estado do Turismo, Esporte e Cultura como receita de Contribuições, contrariando o disposto no art. 11 da Lei (federal) n° 4.320/64 e o art. 4° da Lei (estadual) 13.336/05;

    1.7. NÃO APLICAÇÃO DOS RECURSOS REMANESCENTES DO FUNDEB: Não aplicação, até março de 2008, dos recursos do FUNDEB remanescentes do exercício 2007, contrariando o disposto na Lei (federal) n. 11.494/2007.

  • Andreia Filomeno said:

    recursos do SEITEC…

    Voces podem ir lá na secretaria do Knaesel ..dizem as mas linguas que o pessoal pega dinheiro lá a da com pal….só lembrando que ele é fiscal da fazenda…vixi…há e voce pega lá e nem precisa prestar contas e se prestar tem que dividir 30% pra eles…lá tem um ex diretor da fazenda…que tem a mulher no fundo social que liberal subvenção ….vixi que cirandinha..penso que tem gente ficando rica…
    pergunte ao pessoal que perdeu suas casa nas enxurradas se ganharam algumas migalhas para reconstrução de suas casa do fundo social…..

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