Coluna da Neide
Neide de Azevedo Lima
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     Dentro da linguagem gastronômica, escondidinho é feito da batata baroa e carne seca. Com bacalhau é uma delÃcia. É muito semelhante ao Bacalhau a Zé do Pipo. O que varia é a montagem, a aparência dele recoberta com azeitonas pretas. Mas quero questionar o que se faz no nosso PaÃs ás escondidas e bem escondidinho. São essas coisas que se faz por baixo do pano que denigrem a imagem do Congresso, que pagos regiamente por nós contribuintes e faz vista grossa enquanto nós os otários e imbecis passamos o tempo inteiro comendo gato por lebre. O que chateia é que ninguém ousa comentar, ou questionar essas barbáries. Os governantes do Brasil passam a idéia de que querem e pregam paz e amor, e engolem sapo de alguns Presidentes como Evo Morales da BolÃvia, de Correa do Equador e se faz de bonzinho com o fanfarrão da Venezuela. Contudo, o Brasil fabrica e vende bombas mortÃferas conhecidas como as bombas de fragmentação. E de repente fica-se sabendo que o Brasil não assinou o pacto de não fabricar bombas de fragmentação, uma das mais traiçoeiras e covardes armas mortÃferas, porque ao explodir esses fragmentos se tornam em minas perigosÃssimas que aleijam e matam crianças, animais, ou quem quer que seja que por descuido, pisem ou tentem pegar um fragmento desse enterrado no solo.
     O mundo inteiro criticou os Estados Unidos porque não é signatário do Tratado de Kioto, para combate ao efeito estufa, e ninguém critica o Brasil, por não ter assinado o pacto ou tratado de não fabricação e uso dessas bombas assassinas?
    Quantas indústrias dessas armas assassinas existem no Brasil? E os deputados e senadores, compactuam com essa patifaria praticada pelo paÃs? Quem é o mentor dessa coisa horrÃvel que é a fabricação dessas bombas?                                                                                                                                                      Porque alguém de muita lábia convenceu a PolÃtica Externa do Brasil, e o Itamaraty, a negociar a produção e a venda dessas armas. E o Brasil vende essas armas para que paÃses? Jânio de Freitas comenta que 92 paÃses são signatários desse Tratado e por que o Brasil saiu pela tangente?
   Instigante esse assunto. Será que nenhum dos grandes defensores de plantão vão se manifestar no Congresso? Ou todos os deputados e senadores acham que o Brasil está certo em vender cada vez mais bombas que são armas de fragmentação, portanto de ataque. O Brasil fabrica e vende armas assassinas, que são armas de ataque destruidoras. E o povo vai continuar acreditando que somos um paÃs ético moralmente? Por que o Presidente não vem a publico e diz em alto e bom som. Nós fabricamos e vendemos a mais covarde e assassina das armas para que povos se estropiem, e aleijam populações civis inocentes.
   Quantos mortos por essas bombas assassinas, já se contabilizou nos paÃses os quais são compradores dos armamentos fabricados aqui, bem escondidinho de nossas vistas? Façam o que eu mando não o que eu faço. Alguém ai se habilita a dar explicações aos brasileiros? Da mesma maneira que o Congresso ficou de cabeça baixa para não ver a assinatura da alteração da Lei, para beneficiar a empresa da qual o filho do Presidente tem profundas e antigas ligações, como Gamecorp + Telemar + BrT= OI . Na realidade toda essa tramóia está embasada na teoria matemática que afirma que mais com mais da mais. Ou simplificando: Os amigos dos meus amigos são meus amigos também. É isso ai presidente diz um ditado popular que “Quem meu filho beija minha boca adoçaâ€. Ora, se os amigos dos seus amigos são seus amigos, o que dirá daqueles amigos que beijam seu filhinho? Fica-se com a sensação que a sua boca também foi adoçada. E o Congresso está dormindo, louco para que as férias cheguem para que esse assunto seja esquecido. Mas o que continua me intrigando é que no dia 25 de abril de 2007, foi anunciada essa negociação a compra da BrT pela  OI, por Cinco bilhões de dólares. E de repente o negócio foi fechado há poucos dias por Treze bilhões de dinheiro emprestado pelo BNDS o Pai de todos, o fura bolo, e por ai mostrou um caminho limpo e aberto comemorado com jantar onde se reuniu toda a tropa da tramóia.Â





















































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