Calamidade no transporte da Capital – 3 dias sem ônibus, mais de 50 horas – INTERVENÇÃO NA FROTA JÁ !
atualização das 21:00h
Entrei num ônibus da EMFLOTUR (linha Jardim Atläntico) no Estreito com três passageiros em direção ao centro. Era a cota judicial . Pelo movimento no centro, poucos passageiros estavam sabendo da novidade. Menos de 10% da frota rodava com certeza.
Dário dá prazo até meia noite para acabar o embasso entre trabalhadores e máfia de empresários. Se não houver meia (acordo), ele entra na parada e faz intervenção no sistema de transporte.
Prefeitura aguarda posição do sindicato para decretar intervenção
Dário Berger
Dário Berger: Você é homem? Você é um rato? ou você é um veado (*)?
Onde está a autoridade que você recebeu das urnas?
Por que não tem coragem de intervir nessa máfia dos transportes?
Por que é conivente com essa patifaria?
BASTA!
O povo florianopolitano espera uma atitude. Coragem Prefeito!
Acompanhe a crise no sistema de transporte da capital:
Vai estatizar o transporte coletivo?
Calamidade pública – A capital catarinense na mão desses dois mequetrefes.
Calamidade continua Moacir Pereira RBS
Sistema de transporte público de Florianópolis está falido, afirma Soares
O deputado Sargento Amauri Soares comentou a greve de motoristas e cobradores, que nesta quinta-feira (2) completa três dias. A categoria, que está com suas atividades suspensas desde 7h da última terça-feira, reivindica reajuste salarial e tíquete alimentação, além de estabilidade para os cobradores. Ao todo, 73 itens integram a pauta de reivindicações dos trabalhadores.
Aproximadamente 250 mil pessoas estão com dificuldades de locomoção para chegar ao ambiente de trabalho e cumprir com suas obrigações, segundo a Secretaria Municipal dos Transportes e Terminais. Diante do cenário de crise, Sargento Soares manifestou sua indignação, lembrando que a Capital dos catarinenses tem um dos transportes públicos mais caros do Brasil. “Só quem anda de ônibus sabe que o atual sistema não funciona direito. Dependendo da situação, hoje em dia sai mais em conta para uma família andar de carro do que utiliza o transporte coletivo. “Não sou contra a reivindicação de melhores salários para a classe, porém temos que admitir que o atual sistema de transporte público de Florianópolis está falido”, ressaltou.
Ainda em seu pronunciamento, Soares afirmou que o transporte precisa ser visto como uma utilidade pública de extrema importância para sociedade, tais como a saúde e educação. “Precisamos intervir para acabar com esse transtorno e de fato adotar um sistema sério e funcional, pois se continuar assim teremos mais carros nas ruas e engarrafamentos de horas. “Isso faz com que a cidade pare de funcionar”, lamentou.
Assessoria de imprensa do gabinete do gabinete do deputado Sargento Amauri Soares
(48) 3221-2640 e contato@sargentosoares.com.br
Texto: Tatiani Magalhães/Divulgação Alesc
(*) animal silvestre da fauna brasileira – habitante da mata atlântica









































Segunda greve em 30 dias
Pela segunda vez neste ano, a primeira havia acontecido mês passado, e durou dias 19 e 20, deixando muitas pessoas sem meio de transporte.
Nosso sistema é complicado, tarifa elevada, serviço de má qualidade, falta de integração entre as linhas alimentadoras. Perdi a conta de quantas vezes perdi ônibus por questão de segundos, tanto do Bairro para o Centro, como o inverso.
Além disso, a prefeitura não assume o serviço, deixando nas mãos dos empresários, onde algumas empresas detém a exclusividade da concessão dividas por regiões. A Transol, fica com as regiões da Lagoa da Conceição, Santo Antônio de Lisboa, Pantanal, Saco dos Limões, Itacorubi e Santa Mônica, a Canasvieiras, Norte da Ilha, a Estrela, com o Continente, a Insular, antiga Ribeironense, o Sul da Ilha, e a Biguaçu, com São José e Biguaçu. Não existe concorrência, um oligopólio desses grupos.
Ano passado falou-se no fim da concessão, que vencera em fevereiro deste ano, mas até agora não houve nova licitação. Os usuários sempre sofrem as consequências, pois ficam sem ônibus, pagam pelos aumentos nas passagens, além de utilizar um serviço de baixa qualidade.
O prefeito Dário Berger, que em 2004 prometeu “abrir a caixa preta” do transporte público na Grande Florianópolis, deve nesta hora chamar a responsabilidade para si e buscar uma solução para esta nova crise.
A prefeitura deveria tornar o serviço público, buscando atender a necessidade da população, deixando de lado os interesses comerciais dos grupos que controlam o setor, que escolhem os horários conforme interesse próprio.
O transporte coletivo da capital tem muito a melhorar, mas de fato, deixando de lado os comerciais e propagandas em rádio e televisão.
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